Lula y Chávez firman acuerdos de cooperación, con diferencias por construcción de refinería
HA Globovisión/AFP26/05/2009 5:20:15 p.m.
Los gobiernos de Brasil y Venezuela no lograban, hasta el mediodía de este martes, llegar a un acuerdo sobre la finalización de las obras de la refinería binacional Abreu e Lima, en el estado de Pernambuco, según palabras de los mandatarios. Los presidentes Luiz Inácio Lula da Silva y Hugo Chávez iniciaron este martes una reunión en la ciudad brasileña de Salvador para tratar de la marcha de los acuerdos bilaterales, y aparentemente por un descuido, el sonido directo de la reunión que se anunciaba a puertas cerradas pasó a ser transmitido por los sistemas de traducción simultánea disponibles para los periodistas. De esa forma, fue posible escuchar al presidente Chávez expresar su "frustración" por la falta de un acuerdo, para posteriormente detallar los puntos en discordia. De acuerdo con el sonido captado, Chávez señaló que los desacuerdos relativos a la refinería se concentran en tres puntos: el precio fijado para el petróleo venezolano usado, el costo de las inversiones para finalizar las obras y las normas contractuales sobre la comercialización del producto. Según el mandatario venezolano, es frustrante "ver que hay empresas de muchos países actuando en la faja del Orinoco, pero (la estatal brasileña) Petrobras no está allí". Seguidamente, el presidente Lula respondió que compartía la frustración de su par venezolano. En un ambiente distentido, Chávez llegó a bromear con Lula al narrar que Venezuela pasaba por una fase de "nacionalizaciones, menos de las empresas brasileñas", provocando una carcajada general en la reunión. Poco después, técnicos de la Presidencia de la República recogieron los aparatos de traducción simultánea. La refinería Abreu y Lima es un proyecto de 4.000 millones de dólares destinado a procesar petróleo pesado de Brasil y Venezuela, y es un compromiso que Lula y Chávez contrajeron hace años. A final de 2007, a falta de acuerdo, la estatal brasileña Petrobras decidió iniciar las obras sin su par venezolana PDVSA, a la espera de que firme el contrato que implica un aporte de petróleo de 60% de parte de la estatal brasileña y 40% de la venezolana PDVSA. Inicialmente se había estimado como contrapartida la participación de Petrobras en la explotación de pozos en la venezolana Faja del Orinoco. La refinería debería entrar en funcionamiento en 2011, con capacidad para 200.000 barriles de petróleo por día.
martes, 26 de mayo de 2009
CHAVEZ CHEGA A SALVADOR 26 DE MAYO
Chávez chega a Salvador nesta terça para discutir crédito e Mercosul
Publicada: 26/05/2009 Atualizada: 26/05/2009 (Folhapress)
Afetado pela queda do preço do petróleo e pela escassez de crédito internacional, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, chega nesta terça-feira à cidade de Salvador (BA) para discutir maior acesso aos financiamentos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), além de reafirmar compromissos para a entrada do país no Mercosul.
O encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz parte da série de reuniões trimestrais entre os dois líderes, que começou em 2007.
Lula e Chávez deverão avançar nas discussões sobre a ampliação do crédito à Venezuela, via BNDES.
A proposta, que já vem sendo costurada pelos dois países, prevê financiamento a obras de infraestrutura realizadas por empresas brasileiras naquele país, com potencial de chegar, a princípio, em US$ 4 bilhões.
Uma fonte do governo venezuelano ouvida pela BBC Brasil, no entanto, afirmou que o valor da linha de crédito do BNDES poderia girar entre US$ 5 bilhões e US$ 10 bilhões.
Alguns projetos já foram prospectados pelo banco brasileiro, entre eles, a ampliação da rede de metrô em Caracas, no valor de US$ 730 milhões.
No ano passado, o Brasil enfrentou problemas com o financiamento a uma hidrelétrica no Equador, que alegou deficiências tanto no contrato como na prestação do serviço, a cargo da empresa Odebrecht. Apesar dos atritos diplomáticos, o governo equatoriano aceitou pagar a dívida, no valor de U$ 200 milhões.
A avaliação do governo brasileiro é de que não há motivos para "presumir" que a Venezuela adotará a mesma postura. "Eles têm pago os financiamentos em dia", diz uma fonte diplomática.
O governo da Venezuela anunciou recentemente que suas receitas com o petróleo caíram pela metade este ano, como reflexo da crise financeira internacional.
Segundo previsão do Fundo Monetário Internacional, o PIB (Produto Interno Bruto) do país deverá cair 2,2% este ano.
Mercosul
Outro assunto que deve ocupar grande parte da agenda nesta terça-feira são os preparativos para a entrada da Venezuela no Mercosul.
O assunto está nas mãos do Senado brasileiro, que recentemente pediu novas informações sobre o processo de adesão.
Os senadores querem detalhes sobre como a Venezuela pretende se adequar às regras do grupo antes de decidir se levam ou não o assunto a plenário.
A expectativa é de que o presidente da Venezuela apresente, durante o encontro, uma proposta mais específica de adesão à TEC (Tarifa Externa Comum). Prazos e percentuais já foram definidos, mas os produtos "de exceção" ainda não.
"Existem diversos pontos que precisam ser esclarecidos. Há registros, por exemplo, de atraso no pagamento pelos produtos brasileiros exportados para a Venezuela", diz o senador Eduardo Azeredo, presidente da Comissão de Relações Exteriores.
O presidente da Federação das Câmaras de Indústria e Comércio Venezuela-Brasil, José Francisco Marcondes Neto, diz que os venezuelanos estão "empenhados" para chegar à reunião desta terça com um cronograma mais detalhado, mas que a aprovação do assunto pelo Senado "não depende disso".
"A aprovação pelo Senado não depende desses detalhes. Brasil e Argentina até hoje discutem quais produtos devem fazer parte da lista de exceções", diz.
Publicada: 26/05/2009 Atualizada: 26/05/2009 (Folhapress)
Afetado pela queda do preço do petróleo e pela escassez de crédito internacional, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, chega nesta terça-feira à cidade de Salvador (BA) para discutir maior acesso aos financiamentos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), além de reafirmar compromissos para a entrada do país no Mercosul.
O encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz parte da série de reuniões trimestrais entre os dois líderes, que começou em 2007.
Lula e Chávez deverão avançar nas discussões sobre a ampliação do crédito à Venezuela, via BNDES.
A proposta, que já vem sendo costurada pelos dois países, prevê financiamento a obras de infraestrutura realizadas por empresas brasileiras naquele país, com potencial de chegar, a princípio, em US$ 4 bilhões.
Uma fonte do governo venezuelano ouvida pela BBC Brasil, no entanto, afirmou que o valor da linha de crédito do BNDES poderia girar entre US$ 5 bilhões e US$ 10 bilhões.
Alguns projetos já foram prospectados pelo banco brasileiro, entre eles, a ampliação da rede de metrô em Caracas, no valor de US$ 730 milhões.
No ano passado, o Brasil enfrentou problemas com o financiamento a uma hidrelétrica no Equador, que alegou deficiências tanto no contrato como na prestação do serviço, a cargo da empresa Odebrecht. Apesar dos atritos diplomáticos, o governo equatoriano aceitou pagar a dívida, no valor de U$ 200 milhões.
A avaliação do governo brasileiro é de que não há motivos para "presumir" que a Venezuela adotará a mesma postura. "Eles têm pago os financiamentos em dia", diz uma fonte diplomática.
O governo da Venezuela anunciou recentemente que suas receitas com o petróleo caíram pela metade este ano, como reflexo da crise financeira internacional.
Segundo previsão do Fundo Monetário Internacional, o PIB (Produto Interno Bruto) do país deverá cair 2,2% este ano.
Mercosul
Outro assunto que deve ocupar grande parte da agenda nesta terça-feira são os preparativos para a entrada da Venezuela no Mercosul.
O assunto está nas mãos do Senado brasileiro, que recentemente pediu novas informações sobre o processo de adesão.
Os senadores querem detalhes sobre como a Venezuela pretende se adequar às regras do grupo antes de decidir se levam ou não o assunto a plenário.
A expectativa é de que o presidente da Venezuela apresente, durante o encontro, uma proposta mais específica de adesão à TEC (Tarifa Externa Comum). Prazos e percentuais já foram definidos, mas os produtos "de exceção" ainda não.
"Existem diversos pontos que precisam ser esclarecidos. Há registros, por exemplo, de atraso no pagamento pelos produtos brasileiros exportados para a Venezuela", diz o senador Eduardo Azeredo, presidente da Comissão de Relações Exteriores.
O presidente da Federação das Câmaras de Indústria e Comércio Venezuela-Brasil, José Francisco Marcondes Neto, diz que os venezuelanos estão "empenhados" para chegar à reunião desta terça com um cronograma mais detalhado, mas que a aprovação do assunto pelo Senado "não depende disso".
"A aprovação pelo Senado não depende desses detalhes. Brasil e Argentina até hoje discutem quais produtos devem fazer parte da lista de exceções", diz.
viernes, 22 de mayo de 2009
INGRESO DE VENEZUELA AL MERCOSUR
Chávez considera un hecho el ingreso de Venezuela a Mercosur
10:26 PM Caracas.- El ingreso de Venezuela al Mercado Común del Sur (Mercosur) "es un hecho, así como la Unión de Sur (Unasur)", aseveró hoy el presidente de la República, Hugo Chávez Frías, durante el acto de conclusión del primer taller de trabajo hacia la trasformación socialista de la industria básica de Guayana, en el estado Bolívar. En esta ocasión, Chávez se refirió a la hermandad y cooperación económica que mantienen Brasil y Venezuela por ser socios estratégicos, así como a las potencialidades que tiene la nación venezolana de ser proveedora del vecino país en materia petroquímica, minera y productos primarios en general, informó ABN.Asimismo, destacó el fortalecimiento de esta relación con el socio más importante del Mercosur, octava economía del mundo, al mismo tiempo manifestó que luego del consenso del Senado brasileño a favor de Venezuela, existe la factibilidad de la adhesión de la nación al grupo. El mandatario también indicó que Venezuela se puede convertir en el proveedor de urea para Brasil, por cuanto consume alrededor de 20 millones de toneladas de este producto. Por ello alentó a los trabajadores de las industrias de Guayana a la creación de nuevas estrategias que impulsen el desarrollo, la autonomía y soberanía del país.
10:26 PM Caracas.- El ingreso de Venezuela al Mercado Común del Sur (Mercosur) "es un hecho, así como la Unión de Sur (Unasur)", aseveró hoy el presidente de la República, Hugo Chávez Frías, durante el acto de conclusión del primer taller de trabajo hacia la trasformación socialista de la industria básica de Guayana, en el estado Bolívar. En esta ocasión, Chávez se refirió a la hermandad y cooperación económica que mantienen Brasil y Venezuela por ser socios estratégicos, así como a las potencialidades que tiene la nación venezolana de ser proveedora del vecino país en materia petroquímica, minera y productos primarios en general, informó ABN.Asimismo, destacó el fortalecimiento de esta relación con el socio más importante del Mercosur, octava economía del mundo, al mismo tiempo manifestó que luego del consenso del Senado brasileño a favor de Venezuela, existe la factibilidad de la adhesión de la nación al grupo. El mandatario también indicó que Venezuela se puede convertir en el proveedor de urea para Brasil, por cuanto consume alrededor de 20 millones de toneladas de este producto. Por ello alentó a los trabajadores de las industrias de Guayana a la creación de nuevas estrategias que impulsen el desarrollo, la autonomía y soberanía del país.
domingo, 17 de mayo de 2009
EXPORTACIONES PARA BRASIL - PRIMEROS 4 MESES DEL AÑO 2009
Exportaciones venezuelanas hacia Brasil (US$ Millones ) Año 2006..591,5
Año 2007...345,9 ; Año 2008 .... 538,5
2008...Enero.. 35,0 (Millones) Febrero..34,6 ; Marzo ...17,4
Abril ... 35,8 (millones ) Mayo ...35,8 ; Junio ... 89,7
Julio.. 60,1 (millones ) Agosto ..96,8 ; Sept.......33,6
Octub... 35,5 (millones) Nov ...... 38,3 Dic..... 13,1
2009 ( De Enero -Abril ) 102.7 ( Millones de US$)
Enero.... 17.4 , Feb. 17,6 , Marzo.. 37,1 ; Abril ...30,4
Año 2007...345,9 ; Año 2008 .... 538,5
2008...Enero.. 35,0 (Millones) Febrero..34,6 ; Marzo ...17,4
Abril ... 35,8 (millones ) Mayo ...35,8 ; Junio ... 89,7
Julio.. 60,1 (millones ) Agosto ..96,8 ; Sept.......33,6
Octub... 35,5 (millones) Nov ...... 38,3 Dic..... 13,1
2009 ( De Enero -Abril ) 102.7 ( Millones de US$)
Enero.... 17.4 , Feb. 17,6 , Marzo.. 37,1 ; Abril ...30,4
IMPORTACIONES DE VENEZUELA - LOS CUATRO PRIMEROS MESES DEL AÑO 2009
2006 ........3.565 ( miles de millones US$ ) ; 2007......4,723 ....................
2008 ... Enero 316,9 (millones) Febrero 291,1 Marzo 341,3................................
Abril 310,3 (US$millones),Mayo 424,7, Junio 505,2
Julio 488,9 (" ) , Agosto ....462,8, Septiem....539,3
Outubro ....544,9 , Noviembre 440 ,2 , Dic..... .484,o................
2009 .. Enero - Abril Acumulado) (Miles de millones) 1.131...............................
Enero...304,7 , Febrero ...282,o , Marzo ...291,1 , Abril ...253,9
.............................
2008 ... Enero 316,9 (millones) Febrero 291,1 Marzo 341,3................................
Abril 310,3 (US$millones),Mayo 424,7, Junio 505,2
Julio 488,9 (" ) , Agosto ....462,8, Septiem....539,3
Outubro ....544,9 , Noviembre 440 ,2 , Dic..... .484,o................
2009 .. Enero - Abril Acumulado) (Miles de millones) 1.131...............................
Enero...304,7 , Febrero ...282,o , Marzo ...291,1 , Abril ...253,9
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domingo, 10 de mayo de 2009
QUINTA EDICION DE LA FERIA INTERNACIONAL DE AMAZONIA - 25 A 28 DE NOVIEMBRE
Agendada para o período de 25 a 28 de novembro, a quinta edição da Feira Internacional
da Amazônia deverá ampliar a participação de todos os países da América do Sul, que estão sendo convidados a enviar suas delegações. Também está prevista uma mostra gastronômica
e cultural de cada estado da Amazônia brasileira. Segundo o coordenador do Núcleo de Promoção Comercial da SUFRAMA, Jorge Vasques, “os preparativos para a realização da FIAM 2009 estão em ritmo acelerado, com muitas reuniões para a definição de projetos de arquitetura e de identificãção visual e para a conclusão do termo de referência 13 que será levado à licitação”. Já há procura por estandes, e a expectativa é que este ano mais de 300 expositores participem do evento. “A FIAM é uma grande oportunidade para a alavancagem de negócios, funcionando como um verdadeiro antídoto à crise”, explica o coordenador.
Na programação paralela à Feira, a V Jornada Internacional de Seminários sobre esenvolvimento Amazônico abordará temas como micro e nano tecnologia, turismo,
comércio exterior, comunicação da imagem da Amazônia no exterior, utilização de indicadores para realização de políticas públicas, entre outros. Ao todo, estão previstos 10 seminários, que serão realizados na parte da manhã e contarão locais, empresários e membros da comunidade acadêmico-científica local, nacional e internacional. Para as Rodadas de Negócios e para o Salão de Projetos, a expectativa é que seja ampliado o número de empresas participantes e ofertantes, com maior variedade de produtos a serem comercializados, o que deverá acarretar em maior
volume de negócios fechados. Na edição anterior, as transações efetivadas entre as 22 mpresasâncoras (compradoras) e as 190 ofertantes chegaram a aproximadamente
US$ 10 milhões. A Rodada de Negócios de Turismo será realizada em parceria com o Amazon Convention Bureau e apoio da Embratur, Amazonastur, Manaustur e secretarias de turismo
dos Estados da Amazônia brasileira. A expectativa também é incrementar a sua movimentação, que no ano passado contou com 48 ofertantes e 25 compradores, sendo 18 do Brasil e sete do exterior.
Durante a FIAM 2008 aproximadamente 100 mil pessoas visitaram a exposição e participaram dos eventos paralelos. Ao todo o evento reuniu 340 expositores, com estandes de diversificados segmentos: industrial, representado pelos principais fabricantes do Polo Industrial de Manaus, institucional, com estandes de ministérios e outros órgãos governamentais, de entidades de ensino e pesquisa, e dos Estados da região amazônica, que apresentaram principalmente
produtos regionais de micro e pequenas empresas. Também houve espaço reservado para delegações do Equador, Chile, Colômbia, Portugal, Itália, Japão e câmaras de comércio dos Estados Unidos e da Guiana Francesa. Reconhecida como a maior vitrine de negócios da região Amazônica, a FIAM é uma promoção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior por intermédio da Superintendência da Zona Franca de Manaus, e consta
no calendário de eventos do Governo Federal. A FIAM tem como principais objetivos atrair investimentos para a Amazônia brasileira, estimular as exportações e promover novas oportunidades de negócios a partir do aproveitamento das potencialidades regionais
da Amazônia deverá ampliar a participação de todos os países da América do Sul, que estão sendo convidados a enviar suas delegações. Também está prevista uma mostra gastronômica
e cultural de cada estado da Amazônia brasileira. Segundo o coordenador do Núcleo de Promoção Comercial da SUFRAMA, Jorge Vasques, “os preparativos para a realização da FIAM 2009 estão em ritmo acelerado, com muitas reuniões para a definição de projetos de arquitetura e de identificãção visual e para a conclusão do termo de referência 13 que será levado à licitação”. Já há procura por estandes, e a expectativa é que este ano mais de 300 expositores participem do evento. “A FIAM é uma grande oportunidade para a alavancagem de negócios, funcionando como um verdadeiro antídoto à crise”, explica o coordenador.
Na programação paralela à Feira, a V Jornada Internacional de Seminários sobre esenvolvimento Amazônico abordará temas como micro e nano tecnologia, turismo,
comércio exterior, comunicação da imagem da Amazônia no exterior, utilização de indicadores para realização de políticas públicas, entre outros. Ao todo, estão previstos 10 seminários, que serão realizados na parte da manhã e contarão locais, empresários e membros da comunidade acadêmico-científica local, nacional e internacional. Para as Rodadas de Negócios e para o Salão de Projetos, a expectativa é que seja ampliado o número de empresas participantes e ofertantes, com maior variedade de produtos a serem comercializados, o que deverá acarretar em maior
volume de negócios fechados. Na edição anterior, as transações efetivadas entre as 22 mpresasâncoras (compradoras) e as 190 ofertantes chegaram a aproximadamente
US$ 10 milhões. A Rodada de Negócios de Turismo será realizada em parceria com o Amazon Convention Bureau e apoio da Embratur, Amazonastur, Manaustur e secretarias de turismo
dos Estados da Amazônia brasileira. A expectativa também é incrementar a sua movimentação, que no ano passado contou com 48 ofertantes e 25 compradores, sendo 18 do Brasil e sete do exterior.
Durante a FIAM 2008 aproximadamente 100 mil pessoas visitaram a exposição e participaram dos eventos paralelos. Ao todo o evento reuniu 340 expositores, com estandes de diversificados segmentos: industrial, representado pelos principais fabricantes do Polo Industrial de Manaus, institucional, com estandes de ministérios e outros órgãos governamentais, de entidades de ensino e pesquisa, e dos Estados da região amazônica, que apresentaram principalmente
produtos regionais de micro e pequenas empresas. Também houve espaço reservado para delegações do Equador, Chile, Colômbia, Portugal, Itália, Japão e câmaras de comércio dos Estados Unidos e da Guiana Francesa. Reconhecida como a maior vitrine de negócios da região Amazônica, a FIAM é uma promoção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior por intermédio da Superintendência da Zona Franca de Manaus, e consta
no calendário de eventos do Governo Federal. A FIAM tem como principais objetivos atrair investimentos para a Amazônia brasileira, estimular as exportações e promover novas oportunidades de negócios a partir do aproveitamento das potencialidades regionais
FACTURACION RECORD DEL PIM EN 2008
Mesmo diante da crise econômica que afetou o mercado internacional no último trimestre de
2008, o Polo Industrial de Manaus (PIM) encerrou o ano passado com faturamento recorde de US$ 30,128 bilhões. O indicador, divulgado pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) é 17,25% maior que o contabilizado em 2007 (US$ 25,695 bilhões). O balanço
leva em consideração as informações fornecidas por 388 das aproximadas 420 fábricas esquisadas. No total, o parque fabril é formado por cerca de 550 empresas.
O excelente resultado do parque fabril até outubro, com média de US$ 2,647 bilhões mensais, compensou a queda mais expressiva do indicador verificada em novembro e dezembro
(US$ 2,108 bilhões e US$ 1,541 bilhão, respectivamente), que em parte se deve ao menor volume demandado pelo comércio no fim de ano. As encomendas feitas à indústria para as
vendas de Natal são realizadas pouco antes do último bimestre.
As exportações também contabilizaram crescimento em relação a 2007. As vendas para outros países passaram de US$ 1,043 bilhão para US$ 1,174 bilhão (12,56% maior).
Parte da recuperação das exportações se deveu ao aumento das vendas de celulares, concentrados para bebidas e motocicletas. Para este ano, a SUFRAMA mantém sua política
de inserção internacional dos produtos do pólo industrial, através da participação em fóruns econômicos, missões comerciais e de atração de novos investidores.
Com relação aos empregos diretos, estes saíram da casa dos 114 mil em outubro para 100.301 em dezembro passado. O número menor, assim como ocorreu com o faturamento,
se deve à retração do consumo, mas também à sazonalidade de fim de ano. Nos últimos meses,
a indústria faz o desligamento dos temporários, contratados para atender aos pedidos de fim de ano do comércio. Ainda assim, a média mensal da mão-de-obra ocupada no PIM passou de 98.720 em 2007 para 106.489 em 2008. • 10
2008, o Polo Industrial de Manaus (PIM) encerrou o ano passado com faturamento recorde de US$ 30,128 bilhões. O indicador, divulgado pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) é 17,25% maior que o contabilizado em 2007 (US$ 25,695 bilhões). O balanço
leva em consideração as informações fornecidas por 388 das aproximadas 420 fábricas esquisadas. No total, o parque fabril é formado por cerca de 550 empresas.
O excelente resultado do parque fabril até outubro, com média de US$ 2,647 bilhões mensais, compensou a queda mais expressiva do indicador verificada em novembro e dezembro
(US$ 2,108 bilhões e US$ 1,541 bilhão, respectivamente), que em parte se deve ao menor volume demandado pelo comércio no fim de ano. As encomendas feitas à indústria para as
vendas de Natal são realizadas pouco antes do último bimestre.
As exportações também contabilizaram crescimento em relação a 2007. As vendas para outros países passaram de US$ 1,043 bilhão para US$ 1,174 bilhão (12,56% maior).
Parte da recuperação das exportações se deveu ao aumento das vendas de celulares, concentrados para bebidas e motocicletas. Para este ano, a SUFRAMA mantém sua política
de inserção internacional dos produtos do pólo industrial, através da participação em fóruns econômicos, missões comerciais e de atração de novos investidores.
Com relação aos empregos diretos, estes saíram da casa dos 114 mil em outubro para 100.301 em dezembro passado. O número menor, assim como ocorreu com o faturamento,
se deve à retração do consumo, mas também à sazonalidade de fim de ano. Nos últimos meses,
a indústria faz o desligamento dos temporários, contratados para atender aos pedidos de fim de ano do comércio. Ainda assim, a média mensal da mão-de-obra ocupada no PIM passou de 98.720 em 2007 para 106.489 em 2008. • 10
EL POLO ELECTRONICO DE MANAUS
Eletroeletrônico
O polo eletroeletrônico (inclusive Bens de Informática), subsetor do PIM com maior faturamento (US$ 13,030 bilhões) e maior número de empregos gerados (média mensal de 42 mil balhadores
efetivos), segundo indicadores de desempenho do parque fabril em 2008, também iniciou 2009 em meio a discussões coletivas em busca de soluções a médio e curto prazos para elevar sua competitividade.
As discussões até o momento convergiram para propostas com foco no aumento da rodutividade, no incremento de mão-de-obra e na popularização de novas tecnologias. De um lado, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) solicita a redução da cota de importação de placas de
circuito impresso (PCI) para aparelhos de áudio e vídeo. Segundo a entidade, a medida contribuiria para a geração de empregos e auxiliaria as empresas componentistas do PIM.
Embora tenha se mostrado inicialmente contrária à modificação, a Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) aceitou discutir uma proposta que visa
a estabelecer grupos de produtos que receberiam percentuais distintos para importação de placas. “É uma proposta de flexibilização que pode atender tanto aos interesses da classe empresarial, no que tange a custos e competitividade, quanto aos interesses da classe trabalhadora, no sentido da geração de empregos”,afirma o coordenador-geral de Acompanhamento de Projetos Industriais da SUFRAMA, Gustavo Igrejas. A Eletros também apresentou proposta que solicita um percentual de importação de placas montadas no Processo Produtivo Básico (PPB) de televisores com tela de cristal líquido (LCD). Os principais pontos da proposta são a dispensa temporária de 12% da fabricação de placas, a maior utilização de peças e partes plásticas e metálicas com origem no próprio PIM e um percentual de fabricação de televisores com acesso ao Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD). “Estamos
em busca de medidas que permitam incentivar o consumo e a produtividade, para que sejamos cada vez mais competitivos”, destacou o coordenador da Eletros, Carlos Goya.
O Centro da Indústria do Estado do Amazonas, por sua vez, aposta na popularização de produtos com alta densidade tecnológica como fator-chave para elevar os níveis de produtividade e geração de empregos. “Se estamos no discurso da modernidade, por que não pensar no
subsídio de televisores LCD para as classes populares, o que estimularia consideravelmente
a produção das fábricas da Zona Franca e, assim, geraria número de empregos expressivo”, indagou o presidente do Cieam, Maurício Loureiro.
A SUFRAMA tem exercido papel de liderança nas discussões e tem convocado regularmente todos os agentes envolvidos no Pólo Eletroeletrônico para reuniões de debate sobre essas e
outras medidas de competitividade. A próxima reunião está marcada para o dia 18 deste mês de março, quando as propostas apresentadas deverão passar por nova rodada de discussões.
Condicionadores de ar
A simplificação do Processo Produtivo Básico de condicionadores de ar tipo split, realizada em outubro de 2007, permitiu ao polo de condicionadores “ressurgir” e voltar a apre- 8
O polo eletroeletrônico (inclusive Bens de Informática), subsetor do PIM com maior faturamento (US$ 13,030 bilhões) e maior número de empregos gerados (média mensal de 42 mil balhadores
efetivos), segundo indicadores de desempenho do parque fabril em 2008, também iniciou 2009 em meio a discussões coletivas em busca de soluções a médio e curto prazos para elevar sua competitividade.
As discussões até o momento convergiram para propostas com foco no aumento da rodutividade, no incremento de mão-de-obra e na popularização de novas tecnologias. De um lado, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) solicita a redução da cota de importação de placas de
circuito impresso (PCI) para aparelhos de áudio e vídeo. Segundo a entidade, a medida contribuiria para a geração de empregos e auxiliaria as empresas componentistas do PIM.
Embora tenha se mostrado inicialmente contrária à modificação, a Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) aceitou discutir uma proposta que visa
a estabelecer grupos de produtos que receberiam percentuais distintos para importação de placas. “É uma proposta de flexibilização que pode atender tanto aos interesses da classe empresarial, no que tange a custos e competitividade, quanto aos interesses da classe trabalhadora, no sentido da geração de empregos”,afirma o coordenador-geral de Acompanhamento de Projetos Industriais da SUFRAMA, Gustavo Igrejas. A Eletros também apresentou proposta que solicita um percentual de importação de placas montadas no Processo Produtivo Básico (PPB) de televisores com tela de cristal líquido (LCD). Os principais pontos da proposta são a dispensa temporária de 12% da fabricação de placas, a maior utilização de peças e partes plásticas e metálicas com origem no próprio PIM e um percentual de fabricação de televisores com acesso ao Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD). “Estamos
em busca de medidas que permitam incentivar o consumo e a produtividade, para que sejamos cada vez mais competitivos”, destacou o coordenador da Eletros, Carlos Goya.
O Centro da Indústria do Estado do Amazonas, por sua vez, aposta na popularização de produtos com alta densidade tecnológica como fator-chave para elevar os níveis de produtividade e geração de empregos. “Se estamos no discurso da modernidade, por que não pensar no
subsídio de televisores LCD para as classes populares, o que estimularia consideravelmente
a produção das fábricas da Zona Franca e, assim, geraria número de empregos expressivo”, indagou o presidente do Cieam, Maurício Loureiro.
A SUFRAMA tem exercido papel de liderança nas discussões e tem convocado regularmente todos os agentes envolvidos no Pólo Eletroeletrônico para reuniões de debate sobre essas e
outras medidas de competitividade. A próxima reunião está marcada para o dia 18 deste mês de março, quando as propostas apresentadas deverão passar por nova rodada de discussões.
Condicionadores de ar
A simplificação do Processo Produtivo Básico de condicionadores de ar tipo split, realizada em outubro de 2007, permitiu ao polo de condicionadores “ressurgir” e voltar a apre- 8
EL PIM Y EL AMAZONAS 2008 y 2009
Em meio aos novos desafios impostos pela crise econômica internacional, e à determinação
de buscar sempre um papel de relevância no mercado,segmentos estratégicos do Polo
Industrial de Manaus (PIM), como os pólos de duas rodas e o eletroeletrônico, que juntos faturaram cerca de US$ 21 bilhões (aproximadamente 70% de todoo faturamento do PIM em 2008), têm buscado o diálogo em diversas frentes a fim de enfrentar o momento atual de
dificuldades com fôlego revigorado. Nesse sentido, empresários, trabalhadores e entidades representativas de classe, ao lado da SUFRAMA, da Secretaria de Planejamento e desenvolvimento Econômico do Estado do Amazonas (Seplan) e de outros órgãos overnamentais, vêm discutindo, nos últimos meses, modificações em Processos Produtivos Básicos (PPBs) e outras soluções pontuais para fortalecer a competitividade da indústria instalada na Zona Franca de Manaus, com esforço concentrado, sobretudo, no aumento da oferta de empregabilidade e renda.
Duas rodas - O polo de duas rodas foi o primeiro a concluir, em janeiro, um acordo para revisão do PPB de motocicletas.
As discussões vêm sendo lideradas pela SUFRAMA desde 2007, com ampla participação dos fabricantes de pequeno, médio e grande portes do PIM,
Em busca de maior 6 entidades representativas do segmento de componentes, como a indústria de plásticos, classe trabalhadora e outras entidades e órgãos governamentais.
O acordo firmado trará como maior consequência o adensamento da cadeia produtiva do pólo de motocicletas, mediante a exigência da soldagem completa do chassi das motos, para empresas
com produção acima de 20 mil unidades, e a obrigatoriedade da injeção plástica SUFRA MA
SUFRA MA debate revisão de Processos Produtivos Básicos e outras medidas que visam ampliar competitividade da indústria da ZFM . Autarquia tem reunido setor produtivo e trabalhadores
para debater aperfeiçoamento da produção de partes e peças no PIM, obedecendo a um scalonamento da produção (veja quadro ao lado). No caso da soldagem do chassi, as mudanças passarão a ser exigidas a partir de 1º de julho de 2010. Já a injeção plástica de partes e peças,
que beneficia diretamente o pólo plástico de Manaus, será obrigatória a partir de 1º de janeiro de 2010. A minuta da proposta de alteração do PPB de motocicletas foi encaminhada no final de janeiro ao Grupo Técnico de Análise de Processos Produtivos Básicos (GT-PPB), formado
por representantes dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Ciência e Tecnologia (MCT). A expectativa é que a portaria com as novas regras seja
publicada neste mês de março.
O diretor-executivo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), Moacyr Paes, afirma que a proposta do novo
PPB atendeu às expectativas da classe empresarial. “O nosso principal compromisso é a manutenção e a geração de empregos e para isso pretendemos continuar buscando acordos entre governo e indústria”, destaca. Já o presidente do Sindicato das Indústrias de Plásticos de Manaus
(Simplast), Ulisses Tapajós, comemora o acordo que poderá beneficiar diretamente mais de 41 empresas e 8,5 mil trabalhadores do segmento da ZFM.
“Comprar plástico em Manaus não é uma penalização para as empresas, mas sim uma forma de agregar valor social, na forma de geração de empregos, à população que as recebe
de buscar sempre um papel de relevância no mercado,segmentos estratégicos do Polo
Industrial de Manaus (PIM), como os pólos de duas rodas e o eletroeletrônico, que juntos faturaram cerca de US$ 21 bilhões (aproximadamente 70% de todoo faturamento do PIM em 2008), têm buscado o diálogo em diversas frentes a fim de enfrentar o momento atual de
dificuldades com fôlego revigorado. Nesse sentido, empresários, trabalhadores e entidades representativas de classe, ao lado da SUFRAMA, da Secretaria de Planejamento e desenvolvimento Econômico do Estado do Amazonas (Seplan) e de outros órgãos overnamentais, vêm discutindo, nos últimos meses, modificações em Processos Produtivos Básicos (PPBs) e outras soluções pontuais para fortalecer a competitividade da indústria instalada na Zona Franca de Manaus, com esforço concentrado, sobretudo, no aumento da oferta de empregabilidade e renda.
Duas rodas - O polo de duas rodas foi o primeiro a concluir, em janeiro, um acordo para revisão do PPB de motocicletas.
As discussões vêm sendo lideradas pela SUFRAMA desde 2007, com ampla participação dos fabricantes de pequeno, médio e grande portes do PIM,
Em busca de maior 6 entidades representativas do segmento de componentes, como a indústria de plásticos, classe trabalhadora e outras entidades e órgãos governamentais.
O acordo firmado trará como maior consequência o adensamento da cadeia produtiva do pólo de motocicletas, mediante a exigência da soldagem completa do chassi das motos, para empresas
com produção acima de 20 mil unidades, e a obrigatoriedade da injeção plástica SUFRA MA
SUFRA MA debate revisão de Processos Produtivos Básicos e outras medidas que visam ampliar competitividade da indústria da ZFM . Autarquia tem reunido setor produtivo e trabalhadores
para debater aperfeiçoamento da produção de partes e peças no PIM, obedecendo a um scalonamento da produção (veja quadro ao lado). No caso da soldagem do chassi, as mudanças passarão a ser exigidas a partir de 1º de julho de 2010. Já a injeção plástica de partes e peças,
que beneficia diretamente o pólo plástico de Manaus, será obrigatória a partir de 1º de janeiro de 2010. A minuta da proposta de alteração do PPB de motocicletas foi encaminhada no final de janeiro ao Grupo Técnico de Análise de Processos Produtivos Básicos (GT-PPB), formado
por representantes dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Ciência e Tecnologia (MCT). A expectativa é que a portaria com as novas regras seja
publicada neste mês de março.
O diretor-executivo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), Moacyr Paes, afirma que a proposta do novo
PPB atendeu às expectativas da classe empresarial. “O nosso principal compromisso é a manutenção e a geração de empregos e para isso pretendemos continuar buscando acordos entre governo e indústria”, destaca. Já o presidente do Sindicato das Indústrias de Plásticos de Manaus
(Simplast), Ulisses Tapajós, comemora o acordo que poderá beneficiar diretamente mais de 41 empresas e 8,5 mil trabalhadores do segmento da ZFM.
“Comprar plástico em Manaus não é uma penalização para as empresas, mas sim uma forma de agregar valor social, na forma de geração de empregos, à população que as recebe
CONVIXPRESS AIR CARGO - VALENCIA MANAUS
Confidencial Manaus entra na rota dos aviões cargueiros Concluindo negociação conduzida pela Suframa, e que se arrastava há dois anos, a partir do próximo dia 25, a venezuelana Convixpress Air Cargo começa a operar rota aérea ligando Manaus a Valencia, na Venezuela, e a Miami, nos Estados Unidos. Com a operação, o tempo de transporte dos produtos do Pólo Industrial de Manaus para Miami cairá de oito dias, em média, para apenas 4h30min. Os aviões terão capacidade para transportar 45 toneladas de carga, três vezes por semana. A operação não será barata. Cada vôo custará US$ 50 mil para a empresa, um investimento de retorno demorado. Os cargueiros sairão da capital amazonense levando produtos acabados para os dois destinos e voltarão com insumos importados para as fábricas.
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