domingo, 31 de enero de 2010

VENEZUELA -INCENTIVO DA PRODUCAO NACIONAL

INCENTIVAR A PRODUCAO NACIONAL ?
El presidente Hugo Chávez, inició la transmisión de "Aló Presidente", el primero del año 2010, desde Tinaco, en el estado Cojedes, celebrando el comienzo de lo que denominó "el año Bicentenario", por lo que explicó que "esta es una revolución pacífica, pero armada".
En cuanto a las medidas económicas anunciadas el pasado viernes, Chávez refirió que lo que busca es "incentivar la producción nacional".
"La oposición ha armado un alboroto y dice que las medidas son un golpe al pueblo, golpe el que ellos le venían dando. Lo que se busca es incentivar la producción nacional. Sigo haciéndole un llamado a los verdaderos productores que se sumen al pueblo, vamos todos a levantar la producción nacional de alimentos, ropa, artefactos, vamos a disminuir lo que importamos", dijo.
Llamó a la población y a los productores a "auto-abastecernos". Expresó que Venezuela es uno de los países del mundo que tiene un pedazo de territorio agrícola sin explotar.
El Jefe de Estado manifestó que en estos 10 años de revolución la subnutrición en el país ha disminuido en más de 75%, mientras que la pobreza "sigue bajando" y "ya está buscando ubicarse en 20%", dijo. Asimismo, indicó que la miseria sigue desacelerándose y aseguró que "ese es el reto más grande" de su gestión.
Reiteró la idea de impulsar la economía del país, produciendo productos propios. Desde el fundo La Platera, Chávez retomará el tema agroindustrial, en el que se incluye la siembra de 5 mil hectáreas de girasol, como parte de las medidas orientadas a sustituir las importaciones.
El primer mandatario se encuentra junto al gobernador del estado Cojedes, Teodoro Bolívar, quien le dio la bienvenida y dejó claro que en ese estado se lleva a cabo el movimiento revolucionario.
Chávez afirma que no hay razón para aumentar los precios
El presidente Hugo Chávez, manifestó que el ajuste cambiario no debe traer incrementos en los precios, y afirmó que de ser necesario el Gobierno será el primero admitirlo.
"Un caballero que habló a nombre de una cámara privada de turismo, dice que pasajes aéreos se van a duplicar, que todo se va a duplicar; tuvimos un informe ayer que algunos comerciantes van a cerrar porque van a cambiar el etiquetado para poner nuevos precios"
Prosiguió, respecto al aumento de precios, "yo les hago un llamado a que no lo hagan y al pueblo para no permitirlo, no hay razón para que nadie incremente precios de nada, cuando haga falta el Gobierno será el primero en reconocerlos con algunos rubros luego de un estudio concienzudo"
"Nadie se deje robar aquí, denuncien al especulador y nosotros cerraremos a cualquier negocio de cualquier tamaño que se preste al juego de la burguesía especuladora".
Revolución agraria
El presidente Chávez llamó a todos los funcionarios, que poseen responsabilidades en instituciones vinculadas al desarrollo agrario, a ejecutar las tareas con eficiencia y responsabilidad, además de cuidar la lucha contra la corrupción, para llevar adelante la revolución agraria que se gesta en los campos venezolanos.
Destacó que el nacimiento de nuevas instituciones, como el Fondo Nacional de Desarrollo Agrario Socialista (Fondas), la Corporación Venezolana Agraria o la Corporación Venezolana del Azúcar constituyen instrumentos del Gobierno bolivariano para transformar el sector agroindustrial.
"Debemos tener cuidado de desempeñar nuestras responsabilidades con eficiencia, cuidándonos de la corrupción, luchando contra taras como el latifundio, la inseguridad, el narcotráfico, la especulación", expresó.

INSTABILIDAD ECONOMICA EN VENEZUELA - OPTICA DO MARCO AURELIO

Instabilidade na Venezuela preocupa Brasil, que quer ampliar parcerias para conter a crise . Renata Giraldi ,Repórter da Agência Brasil .

Brasília - A crise política, econômica e social na Venezuela é observada com preocupação e cautela pelos negociadores brasileiros. A orientação no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é para que todos os setores se preparem para ampliar o apoio ao país vizinho e assim evitar o agravamento das tensões. O objetivo é conter o risco de desagregação e desmantelamento das instituições no governo do presidente Hugo Chávez.
Analistas internacionais avaliam que, sob pressão, a tendência é de Chávez intensificar sua campanha anti-Estados Unidos na tentativa de reduzir o foco das atenções sobre os problemas internos da Venezuela e buscar responsáveis externos para a crise. Porém, o governo brasileiro evitará conflitos e oficialmente afirmará que as questões do presidente venezuelano são de ordem interna.
Na última semana, o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimermann, e o assessor especial para Asuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, seguiram para para Caracas na tentativa de ajudar o governo Chávez no setor energético. Antes, especialistas no assunto foram enviados à Venezuela. Paralelamente, o governo brasileiro amplia os estudos para mais parcerias nas áreas de pesquisas agrícolas, execução de projetos de casas populares e engenharia estratégica – como a fabricação de alumínio.
Para os observadores brasileiros, Chávez deve conter o agravamento da crise pelo menos no campo político. Segundo eles, isso deve ocorrer porque o governo venezuelano não sofre ameaças de uma oposição no Congresso Nacional ou nos estados e prefeituras. Porém, os negociadores advertem: é fundamental barrar o problema do desabastecimento no país.
Sem energia, água e com falta de alguns alimentos nos supermercados, a população é levada à revolta, afirmam os observadores brasileiros. A crise econômica foi gerada, segundo os negociadores, porque em 2002 Chávez não iniciou um processo de industrialização de base no país. O presidente optou em concentrar os investimentos no petróleo e derivados. Mas foi surpreendido com a baixa dos preços.
Para as autoridades venezuelanas, é mais viável importar do que produzir baseado no déficit na oferta de alimentos e de outros bens e serviços. Só na relação com o Brasil o governo Chávez tem um saldo de mais US$ 3 milhões – favoráveis aos brasileiros. Mas com a redução do preço do barril de petróleo no mercado, a política econômica adotada por Chávez se viu fragilizada.
Chávez foi obrigado a anunciar planos de racionamento de energia, principalmente nas grandes cidades, como Caracas e Mérica, e os venezuelanos se queixam da falta de mercadorias básicas, como leite e manteiga nas prateleiras.
Associado a isso, Chávez sofre com a permanente substituição de assessores diretos em cargos-chave. Só na última semana foram três baixas – o vice-presidente que acumulava a função de ministro da Defesa, a titular do Meio Ambiente e o presidente do Banco Central. A permanente troca de nomes leva à descontinuidade de atividades e o aumento da burocracia, afirmam os negociadores brasileiros.
Os observadores brasileiros afirmam que o clima de instabilidade no governo de Chávez costuma ter uma certa frequência. O momento considerado mais crítico, segundo os analistas, foi em abril de 2002. Na ocasião houve uma tentativa de golpe do Estado quando o presidente foi retirado do palácio do governo e levado preso para uma ilha. Depois, ele conseguiu retornar a Caracas acompanhado por uma multidão de seguidores.
A tentativa de golpe, organizada por militares de alta patente e empresários, foi causada pela decisão de Chávez de substituir o comando da PDVSA – que é a estatal venezuelana responsável pela exploração, produção e comercialização de petróleo, principal produto da balança comercial venezuelana.

jueves, 21 de enero de 2010

MINHA OPINIAO - PERSPECTIVAS COMERCIAIS VENEZUELA BRASIL PARA 2010

As perspectivas de melhorar as exportacoes brasileiras para a venezuela para 2010 sao agora mais positivas que no ano passado quando o diagnostico economico do primeiro trimestre de 2009 era de certa forma negativo em vista primeiro de uma crise finandeira internacional, um preco do barril por baixo dos 37 dolares e um estancamento das divisas ao final do ultimo trimestre de 2008 com a caida dramatica dos precos do petroleo .Ja para este ano 2010 - AS PERSPECTIVAS DE EXPORTACOES SAO MAIS ALENTADORAS : Primeiro porque o preco do barril comecou o ano superior aos 75 dolares americanos , reservas superiores a 35 bilhoes , e uma macrodesvalorizacao que automaticamente duplica o orcamento em relacao ao ano anterior em vista de que a principal fonte de ingressos do pais e o petroleo e por conseguinte passando de Bs de 2,15 a 4,30 os ingressos do Estado praticamente se duplcam. . Mas como e um ano eletoral, e a necessidade de recursos financeiros e fundamental para manter um nivel elevado de investimentos sociais e de superofertas de alimentos e artigos de bens de capital para atender as populacoes , havera um maior incremento de compras internacionais.
No entanto,existem oportunidades de ampliar exportacoes de Brasil como a terrivel crise de energia eletrica, a paralizacao parcial de varias industrias de mineracao , empresas metalurgicas , um parque industrial estagnado . No no campo agricola houve uma sequia que fatalmente conduzira a maior volumem de importacoes.