VENEZUELA EXPORTO PARA BRASIL EN 1997 US$ 1043 MILLONES DE DOLARES Y EN 2017 SE ESTIMA CERCA DE 400 MILLONES ; LAS IMPORTACIONES FUERON DE 768 MILLONES Y ESTE AÑO DE 2017 SERA CERCA DE US$ 600 MILLONES DOLARES.
VOLVIMOS A LOS PISOS DE FINAL DEL MILENIO PASADO.
SIN EMBARGO EN EL AÑO 2013 VENEZUELA EXPORTO PARA BR CERCA DE 1 MILLARDO E IMPORTO CERCA DE 5 MILLARDOS DE DOLARES. LO ABISMAL FUE LA CAIDA DE IMPORTACIONES EN RELACION A 2013.
lunes, 28 de agosto de 2017
CRISE NAS RELACOES DO MERCOSUL 2017
- 30 de julho de 2017 - 20:16
Já se foi o tempo de conivência com o arbítrio na Venezuela. O governo brasileiro repudiou a decisão de convocar uma Assembleia Constituinte à revelia do direito ao sufrágio universal.
A designação é enganosa, pois a "eleição" deste domingo (30) - feita sem os líderes oposicionistas, presos ou barrados, e desenhada para impor a escolha de prepostos do regime - lembra o corporativismo protofascista, em voga nos anos 1930, e os senadores biônicos do regime militar no Brasil.
Esse casuísmo escancara a intenção de Nicolás Maduro de se perpetuar no poder. Sem falar da confusão jurídica: o país passa a ter duas ordens constitucionais e vive, portanto, um quadro de anomia.
A manobra foi amplamente rejeitada no plebiscito de 16 de julho passado, convocado pela Assembleia Nacional, esta sim legitimamente eleita em dezembro de 2015, conforme a Constituição em vigor, que o próprio Hugo Chávez ostentava como modelar.
A exemplo do Brasil, outras grandes nações democráticas, também preocupadas com o potencial desestabilizador da iniciativa, condenam essa Constituinte.
É lamentável que o governo Maduro continue cego e surdo aos apelos internacionais por um verdadeiro diálogo, que permita a redemocratização, com espaço para todos, inclusive o chavismo.
Os venezuelanos estão privados de liberdades públicas, da liberdade de imprensa, do devido processo legal, da tutela jurisdicional, da autonomia do organismo eleitoral e dos princípios basilares da independência e do controle recíproco dos Poderes.
Causa indignação o custo do autoritarismo em vidas humanas. O saldo da repressão às manifestações já é de mais de cem mortes e de milhares de feridos.
A isso cabe acrescentar a degradação do quadro social. A crise humanitária priva três quartos da população venezuelana de medicamentos básicos, carência que o Brasil buscou ajudar a suprir, mas sem acolhida das autoridades em Caracas.
Pesquisas de universidades locais apontam que mais de 80% dos venezuelanos encontram-se abaixo do nível de pobreza, 20% a mais do que no início do chavismo.
A gravidade do momento exige o apoio das democracias do continente a uma saída pacífica. Sabemos no Brasil quão importante foi a institucionalização da convivência democrática, na sequência de mecanismos de transição negociada.
A história nos autoriza a reclamar do governo Maduro disposição para pactar com a oposição os termos de uma transição que contemple a libertação dos presos políticos, a restauração das competências da Assembleia Nacional e a definição de um calendário eleitoral segundo os ditames da Constituição de 1999.
Na recém-concluída Cúpula em Mendoza, que inaugurou o exercício, pelo Brasil, da presidência temporária do Mercosul, os Estados fundadores do bloco, depois de constatada a ruptura da ordem democrática, convidaram o governo venezuelano, como requer o Protocolo de Ushuaia, para consultas em Brasília sobre o restabelecimento da democracia.
A realização ou não dessas consultas definirá os passos seguintes de aplicação da cláusula democrática. No Conselho Permanente da OEA, estamos atentos à evolução do quadro no país vizinho.
Confiamos que a Venezuela logo reassumirá suas credenciais democráticas, para o bem de seu povo e de toda a América Latina.
Que sua gente saiba que contará com o Brasil para a reconstrução do país e o pleno aproveitamento das imensas potencialidades do relacionamento bilateral.
SUSPENSAO DA VENEZUELA DO MERCOSUR
Nota
255
- 05 de agosto de 2017 - 14:04
A República Argentina, a República Federativa do Brasil, a República do Paraguai e a República Oriental do Uruguai,
CONSIDERANDO
Que, de acordo com o estabelecido no Protocolo de Ushuaia sobre Compromisso Democrático no Mercosul, subscrito em 24 de julho de 1998, a plena vigência das instituições democráticas é condição essencial para o desenvolvimento do processo de integração;
Que toda ruptura da ordem democrática constitui obstáculo inaceitável para a continuidade do processo de integração;
Que, nas consultas realizadas entre os Chanceleres dos Estados Partes do Mercosul, constatou-se a ruptura da ordem democrática na República Bolivariana da Venezuela, consignada na "Declaração dos Estados Partes do Mercosul sobre a República Bolivariana da Venezuela", de 1o de abril de 2017, e, desde então, celebraram consultas entre si e solicitaram ao Estado afetado a realização de consultas;
Que as consultas com a República Bolivariana da Venezuela resultaram infrutíferas devido à recusa desse Governo de celebrá-las no marco do Protocolo de Ushuaia;
Que não foram registradas medidas eficazes e oportunas para a restauração da ordem democrática por parte da República Bolivariana da Venezuela;
Que o espírito do Protocolo de Ushuaia sobre Compromisso Democrático no Mercosul é o restabelecimento da institucionalidade democrática no Estado afetado;
Que a aplicação do Protocolo de Ushuaia não deve interferir no funcionamento do Mercosul e de seus órgãos, nem produzir qualquer prejuízo ao povo venezuelano;
Que os Estados Partes do Mercosul se comprometem a trabalhar em favor do restabelecimento da ordem democrática na República Bolivariana da Venezuela e da busca de uma solução negociada e duradoura em prol do bem-estar e do desenvolvimento do povo venezuelano.
DECIDEM:
1) Suspender a República Bolivariana da Venezuela de todos os direitos e obrigações inerentes à sua condição de Estado Parte do Mercosul, em conformidade com o disposto no segundo parágrafo do artigo 5º do Protocolo de Ushuaia.
A suspensão a que se refere o parágrafo anterior terá efeito a partir da data da comunicação da presente Decisão à República Bolivariana da Venezuela, de acordo com o disposto no artigo 6º do Protocolo de Ushuaia.
2) Os Estados Partes definirão medidas com vistas a minimizar os impactos negativos desta suspensão para o povo venezuelano.
3) A suspensão cessará quando, de acordo com o estabelecido no artigo 7º do Protocolo de Ushuaia, se verifique o pleno restabelecimento da ordem democrática na República Bolivariana da Venezuela.
4) Enquanto durar a suspensão, o disposto no inciso III do artigo 40 do Protocolo de Ouro Preto dar-se-á com a incorporação realizada por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, nos termos do inciso II do referido artigo.
Que, nas consultas realizadas entre os Chanceleres dos Estados Partes do Mercosul, constatou-se a ruptura da ordem democrática na República Bolivariana da Venezuela, consignada na "Declaração dos Estados Partes do Mercosul sobre a República Bolivariana da Venezuela", de 1o de abril de 2017, e, desde então, celebraram consultas entre si e solicitaram ao Estado afetado a realização de consultas;
Que as consultas com a República Bolivariana da Venezuela resultaram infrutíferas devido à recusa desse Governo de celebrá-las no marco do Protocolo de Ushuaia;
Que não foram registradas medidas eficazes e oportunas para a restauração da ordem democrática por parte da República Bolivariana da Venezuela;
Que o espírito do Protocolo de Ushuaia sobre Compromisso Democrático no Mercosul é o restabelecimento da institucionalidade democrática no Estado afetado;
Que a aplicação do Protocolo de Ushuaia não deve interferir no funcionamento do Mercosul e de seus órgãos, nem produzir qualquer prejuízo ao povo venezuelano;
Que os Estados Partes do Mercosul se comprometem a trabalhar em favor do restabelecimento da ordem democrática na República Bolivariana da Venezuela e da busca de uma solução negociada e duradoura em prol do bem-estar e do desenvolvimento do povo venezuelano.
DECIDEM:
1) Suspender a República Bolivariana da Venezuela de todos os direitos e obrigações inerentes à sua condição de Estado Parte do Mercosul, em conformidade com o disposto no segundo parágrafo do artigo 5º do Protocolo de Ushuaia.
A suspensão a que se refere o parágrafo anterior terá efeito a partir da data da comunicação da presente Decisão à República Bolivariana da Venezuela, de acordo com o disposto no artigo 6º do Protocolo de Ushuaia.
2) Os Estados Partes definirão medidas com vistas a minimizar os impactos negativos desta suspensão para o povo venezuelano.
3) A suspensão cessará quando, de acordo com o estabelecido no artigo 7º do Protocolo de Ushuaia, se verifique o pleno restabelecimento da ordem democrática na República Bolivariana da Venezuela.
4) Enquanto durar a suspensão, o disposto no inciso III do artigo 40 do Protocolo de Ouro Preto dar-se-á com a incorporação realizada por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, nos termos do inciso II do referido artigo.
São Paulo, 5 de agosto de 2017.
lunes, 24 de octubre de 2016
EL COMERCIO BILATERAL VE/BR CRECE POR LA FRONTERA SUR DE VENEZUELA
MAS DE MIL % HA CRECIDO EL COMERCIO POR LA FRONTERA. VENEZUELA SANTA ELENA DE UAIREN - PACARAIMA. VENEZUELA IMPORTO DE BRASIL CERCA DE 900 MILLONES DE DOLARES . LAS IMPORTACIONES POR LA FRONTERA DE SANTA ELENA ESTA CERCA DE LOS 36 MILLONES DE DOLARES. HASTA EL MES DE OCTUBRE DE 2016.
PACARAIMA -2016 - EL BOOM DE VENTAS Y EXPORTACIONES PARA VENEZUELA
Pacaraima, una empobrecida y pequeña ciudad del norte de Brasil se ha convertido en uno de las últimos horizontes en que los venezolanos consiguen la comida y los productos básicos que escasean en el país.
Según distintas fuentes consultadas en esta ciudad de la frontera entre Brasil y Venezuela, entre 1.000 y 1.500 venezolanos cruzan cada fin de semana la línea divisoria, compran alimentos y regresan a su país.
La enorme mayoría de las matrículas de los automóviles que se ven en Pacaraima tiene los colores amarillo, azul y rojo de la bandera de Venezuela y los más diversos orígenes, que van desde Caracas hasta la muy distante Maracaibo.
Comerciantes de Pacaraima dijeron que los venezolanos compran "todo" lo que esté disponible, sobre todo cuando se trata de alimentos, debido al desabastecimiento de comida que hay en su país.
Según distintas fuentes consultadas en esta ciudad de la frontera entre Brasil y Venezuela, entre 1.000 y 1.500 venezolanos cruzan cada fin de semana la línea divisoria, compran alimentos y regresan a su país.
La enorme mayoría de las matrículas de los automóviles que se ven en Pacaraima tiene los colores amarillo, azul y rojo de la bandera de Venezuela y los más diversos orígenes, que van desde Caracas hasta la muy distante Maracaibo.
Comerciantes de Pacaraima dijeron que los venezolanos compran "todo" lo que esté disponible, sobre todo cuando se trata de alimentos, debido al desabastecimiento de comida que hay en su país.
Los venezolanos, incluso muchos miembros del Ejército Bolivariano, llegan a esa ciudad fronteriza en el norte de Brasil en camiones o poderosas camionetas, y cargan desde productos de limpieza hasta arroz y azúcar, todo en enormes cantidades.
"Es que en Venezuela falta de todo, hermano", declaró uno de esos venezolanos que cruza la frontera para comprar, vestido con un uniforme del Ejército Bolivariano e insignias de mayor, después de bajar de una camioneta con matrícula de Barinas, el estado natal del fallecido presidente Hugo Chávez.
Esa furia compradora de los venezolanos es agradecida por todos los comerciantes de Paracaima, una ciudad de unos 10.000 habitantes que vive sobre todo del intercambio fronterizo.
Uno de los más beneficiados es el alcalde electo de esa localidad, Juliano Torquato, dueño del mayor supermercado de la ciudad y quien admitió en declaraciones a medios locales que "nunca" había vendido tanto.
Torquato, elegido en los comicios municipales del 2 de octubre pasado, reconoció que, con los compradores, llegan desde Venezuela muchas personas que escapan de su país buscando una vida mejor en Brasil, pero garantizó que "todos" tendrán la asistencia necesaria.
Según datos oficiales, la ciudad de Pacaraima ha recibido en los últimos diez meses cerca de 30.000 compradores venezolanos.
Asimismo, han llegado a esa localidad otros 1.000 venezolanos en busca de trabajo y una vida mejor, aunque entre ellos, de acuerdo a fuentes consultadas, se han mezclado algunos delincuentes, que en los últimos seis meses causaron cuatro muertes violentas en esa ciudad de características y talante netamente provincianos.
"Estamos recibiendo a víctimas" de la crisis venezolana, que a su vez hacen "víctimas" a los habitantes de Pacaraima, que han visto su pacata vida alterada por la llegada masiva de venezolanos, declaró el párroco de la ciudad, el español Jesús López Fernández.
El sacerdote también alertó sobre la posible actuación en la zona de mafias volcadas al tráfico de personas, que pudieran aprovecharse de ese "anormal" flujo migratorio para sus negocios ilícitos.
Ante ese aumento de la inseguridad, las autoridades brasileñas han reforzado vigilancia en la frontera y cada semana realizan operaciones especiales, en las que participan tanto la Policía como agentes de la salud pública.
En los últimos siete días, 31 venezolanos fueron detenidos en Pacaraima e inmediatamente deportados porque no tenían sus papeles en regla.
En esas operaciones de control de documentos, las autoridades de Brasil también ofrecen asistencia sanitaria y hasta distribuyen en forma gratuita cientos de preservativos entre los venezolanos que se han instalado en la ciudad.
Muchos de ellos viven en las calles y se concentran sobre todo en los alrededores de la terminal de autobuses, donde en muy precarias condiciones esperan que surja la oportunidad de trabajar.
La mayoría de las veces, el empleo en esa ciudad fronteriza es cargar o descargar las decenas de camiones que llegan a la ciudad desde otros puntos de Brasil, llenos de arroz o azúcar, que luego se llevan los venezolanos que tienen más dinero.
"Es que en Venezuela falta de todo, hermano", declaró uno de esos venezolanos que cruza la frontera para comprar, vestido con un uniforme del Ejército Bolivariano e insignias de mayor, después de bajar de una camioneta con matrícula de Barinas, el estado natal del fallecido presidente Hugo Chávez.
Esa furia compradora de los venezolanos es agradecida por todos los comerciantes de Paracaima, una ciudad de unos 10.000 habitantes que vive sobre todo del intercambio fronterizo.
Uno de los más beneficiados es el alcalde electo de esa localidad, Juliano Torquato, dueño del mayor supermercado de la ciudad y quien admitió en declaraciones a medios locales que "nunca" había vendido tanto.
Torquato, elegido en los comicios municipales del 2 de octubre pasado, reconoció que, con los compradores, llegan desde Venezuela muchas personas que escapan de su país buscando una vida mejor en Brasil, pero garantizó que "todos" tendrán la asistencia necesaria.
Según datos oficiales, la ciudad de Pacaraima ha recibido en los últimos diez meses cerca de 30.000 compradores venezolanos.
Asimismo, han llegado a esa localidad otros 1.000 venezolanos en busca de trabajo y una vida mejor, aunque entre ellos, de acuerdo a fuentes consultadas, se han mezclado algunos delincuentes, que en los últimos seis meses causaron cuatro muertes violentas en esa ciudad de características y talante netamente provincianos.
"Estamos recibiendo a víctimas" de la crisis venezolana, que a su vez hacen "víctimas" a los habitantes de Pacaraima, que han visto su pacata vida alterada por la llegada masiva de venezolanos, declaró el párroco de la ciudad, el español Jesús López Fernández.
El sacerdote también alertó sobre la posible actuación en la zona de mafias volcadas al tráfico de personas, que pudieran aprovecharse de ese "anormal" flujo migratorio para sus negocios ilícitos.
Ante ese aumento de la inseguridad, las autoridades brasileñas han reforzado vigilancia en la frontera y cada semana realizan operaciones especiales, en las que participan tanto la Policía como agentes de la salud pública.
En los últimos siete días, 31 venezolanos fueron detenidos en Pacaraima e inmediatamente deportados porque no tenían sus papeles en regla.
En esas operaciones de control de documentos, las autoridades de Brasil también ofrecen asistencia sanitaria y hasta distribuyen en forma gratuita cientos de preservativos entre los venezolanos que se han instalado en la ciudad.
Muchos de ellos viven en las calles y se concentran sobre todo en los alrededores de la terminal de autobuses, donde en muy precarias condiciones esperan que surja la oportunidad de trabajar.
La mayoría de las veces, el empleo en esa ciudad fronteriza es cargar o descargar las decenas de camiones que llegan a la ciudad desde otros puntos de Brasil, llenos de arroz o azúcar, que luego se llevan los venezolanos que tienen más dinero.
miércoles, 26 de agosto de 2015
MERCOSUR - PRESIDENCIA PROTEMPORE PARAGUAY EN LA CUMBRE DO MERCOSUL REALIZADA EN BRASILIA 17 DE JULIO 2015
BRASIL PASA LA PRESIDENCIA A PARAGUAY PARA EJERCER EL II SEMESTRE 2015
VER PAG SITE CAVENBRA A RESPETO
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