Instabilidade na Venezuela preocupa Brasil, que quer ampliar parcerias para conter a crise . Renata Giraldi ,Repórter da Agência Brasil .
Brasília - A crise política, econômica e social na Venezuela é observada com preocupação e cautela pelos negociadores brasileiros. A orientação no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é para que todos os setores se preparem para ampliar o apoio ao país vizinho e assim evitar o agravamento das tensões. O objetivo é conter o risco de desagregação e desmantelamento das instituições no governo do presidente Hugo Chávez.
Analistas internacionais avaliam que, sob pressão, a tendência é de Chávez intensificar sua campanha anti-Estados Unidos na tentativa de reduzir o foco das atenções sobre os problemas internos da Venezuela e buscar responsáveis externos para a crise. Porém, o governo brasileiro evitará conflitos e oficialmente afirmará que as questões do presidente venezuelano são de ordem interna.
Na última semana, o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimermann, e o assessor especial para Asuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, seguiram para para Caracas na tentativa de ajudar o governo Chávez no setor energético. Antes, especialistas no assunto foram enviados à Venezuela. Paralelamente, o governo brasileiro amplia os estudos para mais parcerias nas áreas de pesquisas agrícolas, execução de projetos de casas populares e engenharia estratégica – como a fabricação de alumínio.
Para os observadores brasileiros, Chávez deve conter o agravamento da crise pelo menos no campo político. Segundo eles, isso deve ocorrer porque o governo venezuelano não sofre ameaças de uma oposição no Congresso Nacional ou nos estados e prefeituras. Porém, os negociadores advertem: é fundamental barrar o problema do desabastecimento no país.
Sem energia, água e com falta de alguns alimentos nos supermercados, a população é levada à revolta, afirmam os observadores brasileiros. A crise econômica foi gerada, segundo os negociadores, porque em 2002 Chávez não iniciou um processo de industrialização de base no país. O presidente optou em concentrar os investimentos no petróleo e derivados. Mas foi surpreendido com a baixa dos preços.
Para as autoridades venezuelanas, é mais viável importar do que produzir baseado no déficit na oferta de alimentos e de outros bens e serviços. Só na relação com o Brasil o governo Chávez tem um saldo de mais US$ 3 milhões – favoráveis aos brasileiros. Mas com a redução do preço do barril de petróleo no mercado, a política econômica adotada por Chávez se viu fragilizada.
Chávez foi obrigado a anunciar planos de racionamento de energia, principalmente nas grandes cidades, como Caracas e Mérica, e os venezuelanos se queixam da falta de mercadorias básicas, como leite e manteiga nas prateleiras.
Associado a isso, Chávez sofre com a permanente substituição de assessores diretos em cargos-chave. Só na última semana foram três baixas – o vice-presidente que acumulava a função de ministro da Defesa, a titular do Meio Ambiente e o presidente do Banco Central. A permanente troca de nomes leva à descontinuidade de atividades e o aumento da burocracia, afirmam os negociadores brasileiros.
Os observadores brasileiros afirmam que o clima de instabilidade no governo de Chávez costuma ter uma certa frequência. O momento considerado mais crítico, segundo os analistas, foi em abril de 2002. Na ocasião houve uma tentativa de golpe do Estado quando o presidente foi retirado do palácio do governo e levado preso para uma ilha. Depois, ele conseguiu retornar a Caracas acompanhado por uma multidão de seguidores.
A tentativa de golpe, organizada por militares de alta patente e empresários, foi causada pela decisão de Chávez de substituir o comando da PDVSA – que é a estatal venezuelana responsável pela exploração, produção e comercialização de petróleo, principal produto da balança comercial venezuelana.
domingo, 31 de enero de 2010
jueves, 21 de enero de 2010
MINHA OPINIAO - PERSPECTIVAS COMERCIAIS VENEZUELA BRASIL PARA 2010
As perspectivas de melhorar as exportacoes brasileiras para a venezuela para 2010 sao agora mais positivas que no ano passado quando o diagnostico economico do primeiro trimestre de 2009 era de certa forma negativo em vista primeiro de uma crise finandeira internacional, um preco do barril por baixo dos 37 dolares e um estancamento das divisas ao final do ultimo trimestre de 2008 com a caida dramatica dos precos do petroleo .Ja para este ano 2010 - AS PERSPECTIVAS DE EXPORTACOES SAO MAIS ALENTADORAS : Primeiro porque o preco do barril comecou o ano superior aos 75 dolares americanos , reservas superiores a 35 bilhoes , e uma macrodesvalorizacao que automaticamente duplica o orcamento em relacao ao ano anterior em vista de que a principal fonte de ingressos do pais e o petroleo e por conseguinte passando de Bs de 2,15 a 4,30 os ingressos do Estado praticamente se duplcam. . Mas como e um ano eletoral, e a necessidade de recursos financeiros e fundamental para manter um nivel elevado de investimentos sociais e de superofertas de alimentos e artigos de bens de capital para atender as populacoes , havera um maior incremento de compras internacionais.
No entanto,existem oportunidades de ampliar exportacoes de Brasil como a terrivel crise de energia eletrica, a paralizacao parcial de varias industrias de mineracao , empresas metalurgicas , um parque industrial estagnado . No no campo agricola houve uma sequia que fatalmente conduzira a maior volumem de importacoes.
No entanto,existem oportunidades de ampliar exportacoes de Brasil como a terrivel crise de energia eletrica, a paralizacao parcial de varias industrias de mineracao , empresas metalurgicas , um parque industrial estagnado . No no campo agricola houve uma sequia que fatalmente conduzira a maior volumem de importacoes.
domingo, 4 de octubre de 2009
PROJETOS E INVESTIMENTOS NA VENEZUELA
PROJETOS E INVESTIMENTOS NA VENEZUELA
Preferencia exógenaEl presidente Chávez ha mostrado su simpatía por consorcios de otros países. Brasil, Cuba, Rusia e Irán concentran la mayor variedad de contrataciones en obras para el país. Por Francisco Olivares Enlaces de interésCONTRATOS DE OBRAS OTORGADOS A EMPRESAS EXTRANJERAS (CIECA) Entre el año 2005 y hasta septiembre de 2009 el gobierno de Hugo Chávez ha entregado en obras de infraestructura, energía y transporte, más de 100 mil millones de dólares a empresas y gobiernos extranjeros. Desde el asfaltado de una calle en Quíbor hasta la construcción de los grandes embalses en el país, el presidente venezolano ha mostrado su preferencia por tecnologías exógenas y hacia las multinacionales, igualmente privadas, de otros países. Un estudio realizado por el Centro de Investigaciones Económicas (CIECA), a cargo de Franklin Rojas, da cuenta de cómo el Gobierno de Venezuela ha favorecido a consorcios extranjeros la realización de numerosas obras. Se trata de obras para el desarrollo interno que, en materias como vivienda, autopistas, plantas de energía y petróleo, industria y las grandes obras de infraestructura, tienen el sello de las grandes empresas de Brasil, Rusia, Francia, Cuba, China o Irán. Son pocas las obras importantes en las que se ha beneficiado a consorcios venezolanos, con excepciones como fue el caso del viaducto Caracas-La Guaira, obra que le fue asignada a la empresa venezolana Precomprimidos CA, que tiene en su haber grandes construcciones como el puente Rafael Urdaneta en el Lago de Maracaibo y la represa de El Guri. A juicio del director de CIECA, en correspondencia con los ingresos fiscales, es poca la inversión que se ha hecho internamente, más si se toma en cuenta que en asignaciones para el exterior desde el 2005, se han anunciado entre obras y donaciones 350 mil millones de dólares aproximadamente, tres veces más de lo que se ha destinados en contratos para el país. Cabe destacar que el estudio de CIECA se basa exclusivamente en anuncios oficiales que ha hecho el Gobierno. En tal sentido, como se trata de anuncios, esos proyectos pueden o no concretarse en el tiempo. Igualmente la inversión anunciada puede distribuirse en diferentes años. En vivienda En el área de vivienda Cuba es uno de los países más beneficiados con obras asignadas. Entre ellas se destaca el programa de "ciudades socialistas" como la de Ciudad Caribia ubicada en el Estado Vargas, en el llamado camino de Los Indios. Allí está contemplada la construcción de 20 mil viviendas cuyas obras se iniciaron en 2007También tiene asignada la construcción, ya en marcha, de Ciudad Mariches, con un contrato por más de 1.300 millones de dólares. China ha recibido varios contratos para construir cerca de 60 mil viviendas en varias regiones del país. En ese reparto Irán se ha beneficiado con unas 5 mil viviendas para ciudades socialistas, entre ellas las que estaban planificadas para realizarse en el barrio caraqueño de Hornos de Cal, en San Agustín del Sur, que ha tenido problemas por el rechazo de los habitantes de la zona de abandonar sus actuales viviendas. Irán ha recibido contratos por cerca de 25 mil viviendas. Portugal también se ha ocupado de la construcción de viviendas con contratos por unas 100 mil unidades. Brasil ha recibido contratos para la construcción de 10 mil unidades habitacionales, Bielorusia por 7.500 y Uruguay 12 mil unidades. Infraestructura En cuanto a las grandes obras de infraestructura Brasil ha sido el más beneficiado, destacándose tres consorcios: Odebrecht, Camargo Correa y Andrade Gutiérrez. El segundo y tercer puentes sobre El Orinoco correspondió a Odebrecht por 2 mil millones de dólares, y obras del Metro de Caracas entre otras. El embalse de El Guapo y el sistema Tuy IV a Camargo Correa, el primero por casi 100 millones de dólares y el segundo por 390 millones de dólares. A. Gutiérrez ha obtenido contratos por algunos astilleros en el oriente del país y en Araya. A Brasil también se le han adjudicado obras como el ferrocarril del sur y urbanismos. Bielorrusia ha recibido contratos para vialidad por 5 millones de dólares, igualmente China. A Irán se le asignó la construcción de la planta de Cemento de Cerro Azul por 520 millones de dólares, urbanismos y equipamiento en Anaco, Acarigua y Barinas y hasta el asfaltado de calles en Quíbor. México construyó el estadio de Cachamay destinado a la Copa América con un monto de 74 millones de dólares y Portugal realiza las mejoras del puerto de La Guaira. Energía y Petróleo En esta materia destaca Brasil con empresas mixtas (Brasken-Pequiven) para la construcción de la planta de prolipropil por 250 millones de dólares, la planta de olefinas por MM$ 1.700, la planta de prolipopileno por 1.250 MM$ planta de etileno por 1.300MM$, la planta de propilsur por 400 MM$ y el proyecto de gas Gran Mariscal de Ayacucho. A Cuba a pesar de no tener tradición en materia de petróleo se le asignaron derechos de exploración para el bloque Boyacá de la Faja del Orinoco y la construcción de 11 plantas de etanol por 1.525 millones de dólares. Asimismo desde la isla se han importado generadores eléctricos por MM$ 513. Bielorusia tiene asignada la explotación de tres campos con Pdvsa.Rusia tiene contrato para el sistema Uribante-Caparo por MM$ 850, en la Faja del Orinoco, bloque Junín por MM$ 18 y un proyecto de gas Rafael Urdaneta por 12 MM$ y Japón tiene contratos por 20 MM$ en la reconversión de las refinerías El Palito, de Puerto La Cruz y otros proyectos de gas. Casos curiosos Cuba concentra una gran diversidad de materias en las contrataciones. Una de las más relevantes es la emblemática Central Azucarera Ezequiel Zamora, cuyo proyecto se inició en el 2002 y todavía se espera su inauguración para finales de este año. En presupuesto para su desarrollo Cuba ha recibido 848,6 millones de dólares. Para las misiones y módulos de Barrio Adentro, núcleos endógenos han recibido MM$ 329,11. Llama la atención que Cuba, aún no teniendo ferrocarriles en su territorio, tiene contratos para reparación y mantenimiento en esa materia, capacitación ferroviaria y obras para el Metro de Valencia. No hay confianza Comentaba un topógrafo iraní que "Venezuela es un paraíso". Dice que se alistó para venir a Venezuela para ganar más dinero. Pensaba que todo estaba por hacer y la imaginaba como un país africano, pero se sorprendió al conocer de las capacidades tecnológicas y de desarrollo. Con un sueldo de 7 mil dólares ciertamente este obrero calificado había encontrado el paraíso. Humberto Blanco, directivo del Colegio de Ingenieros considera que en el Gobierno no hay confianza en los profesionales y sectores privados venezolanos. Reconoce que ciertos convenios con otros países pueden ser muy rentables y generar intercambio de tecnologías, pero si se hacen con transparencia. Antes se hacía con licitación y en ella participaba un representante del CIV. Recuerda que estas multinacionales traen sus propios profesionales y sólo contratan en Venezuela profesional para el segundo y tercer niveles.
Preferencia exógenaEl presidente Chávez ha mostrado su simpatía por consorcios de otros países. Brasil, Cuba, Rusia e Irán concentran la mayor variedad de contrataciones en obras para el país. Por Francisco Olivares Enlaces de interésCONTRATOS DE OBRAS OTORGADOS A EMPRESAS EXTRANJERAS (CIECA) Entre el año 2005 y hasta septiembre de 2009 el gobierno de Hugo Chávez ha entregado en obras de infraestructura, energía y transporte, más de 100 mil millones de dólares a empresas y gobiernos extranjeros. Desde el asfaltado de una calle en Quíbor hasta la construcción de los grandes embalses en el país, el presidente venezolano ha mostrado su preferencia por tecnologías exógenas y hacia las multinacionales, igualmente privadas, de otros países. Un estudio realizado por el Centro de Investigaciones Económicas (CIECA), a cargo de Franklin Rojas, da cuenta de cómo el Gobierno de Venezuela ha favorecido a consorcios extranjeros la realización de numerosas obras. Se trata de obras para el desarrollo interno que, en materias como vivienda, autopistas, plantas de energía y petróleo, industria y las grandes obras de infraestructura, tienen el sello de las grandes empresas de Brasil, Rusia, Francia, Cuba, China o Irán. Son pocas las obras importantes en las que se ha beneficiado a consorcios venezolanos, con excepciones como fue el caso del viaducto Caracas-La Guaira, obra que le fue asignada a la empresa venezolana Precomprimidos CA, que tiene en su haber grandes construcciones como el puente Rafael Urdaneta en el Lago de Maracaibo y la represa de El Guri. A juicio del director de CIECA, en correspondencia con los ingresos fiscales, es poca la inversión que se ha hecho internamente, más si se toma en cuenta que en asignaciones para el exterior desde el 2005, se han anunciado entre obras y donaciones 350 mil millones de dólares aproximadamente, tres veces más de lo que se ha destinados en contratos para el país. Cabe destacar que el estudio de CIECA se basa exclusivamente en anuncios oficiales que ha hecho el Gobierno. En tal sentido, como se trata de anuncios, esos proyectos pueden o no concretarse en el tiempo. Igualmente la inversión anunciada puede distribuirse en diferentes años. En vivienda En el área de vivienda Cuba es uno de los países más beneficiados con obras asignadas. Entre ellas se destaca el programa de "ciudades socialistas" como la de Ciudad Caribia ubicada en el Estado Vargas, en el llamado camino de Los Indios. Allí está contemplada la construcción de 20 mil viviendas cuyas obras se iniciaron en 2007También tiene asignada la construcción, ya en marcha, de Ciudad Mariches, con un contrato por más de 1.300 millones de dólares. China ha recibido varios contratos para construir cerca de 60 mil viviendas en varias regiones del país. En ese reparto Irán se ha beneficiado con unas 5 mil viviendas para ciudades socialistas, entre ellas las que estaban planificadas para realizarse en el barrio caraqueño de Hornos de Cal, en San Agustín del Sur, que ha tenido problemas por el rechazo de los habitantes de la zona de abandonar sus actuales viviendas. Irán ha recibido contratos por cerca de 25 mil viviendas. Portugal también se ha ocupado de la construcción de viviendas con contratos por unas 100 mil unidades. Brasil ha recibido contratos para la construcción de 10 mil unidades habitacionales, Bielorusia por 7.500 y Uruguay 12 mil unidades. Infraestructura En cuanto a las grandes obras de infraestructura Brasil ha sido el más beneficiado, destacándose tres consorcios: Odebrecht, Camargo Correa y Andrade Gutiérrez. El segundo y tercer puentes sobre El Orinoco correspondió a Odebrecht por 2 mil millones de dólares, y obras del Metro de Caracas entre otras. El embalse de El Guapo y el sistema Tuy IV a Camargo Correa, el primero por casi 100 millones de dólares y el segundo por 390 millones de dólares. A. Gutiérrez ha obtenido contratos por algunos astilleros en el oriente del país y en Araya. A Brasil también se le han adjudicado obras como el ferrocarril del sur y urbanismos. Bielorrusia ha recibido contratos para vialidad por 5 millones de dólares, igualmente China. A Irán se le asignó la construcción de la planta de Cemento de Cerro Azul por 520 millones de dólares, urbanismos y equipamiento en Anaco, Acarigua y Barinas y hasta el asfaltado de calles en Quíbor. México construyó el estadio de Cachamay destinado a la Copa América con un monto de 74 millones de dólares y Portugal realiza las mejoras del puerto de La Guaira. Energía y Petróleo En esta materia destaca Brasil con empresas mixtas (Brasken-Pequiven) para la construcción de la planta de prolipropil por 250 millones de dólares, la planta de olefinas por MM$ 1.700, la planta de prolipopileno por 1.250 MM$ planta de etileno por 1.300MM$, la planta de propilsur por 400 MM$ y el proyecto de gas Gran Mariscal de Ayacucho. A Cuba a pesar de no tener tradición en materia de petróleo se le asignaron derechos de exploración para el bloque Boyacá de la Faja del Orinoco y la construcción de 11 plantas de etanol por 1.525 millones de dólares. Asimismo desde la isla se han importado generadores eléctricos por MM$ 513. Bielorusia tiene asignada la explotación de tres campos con Pdvsa.Rusia tiene contrato para el sistema Uribante-Caparo por MM$ 850, en la Faja del Orinoco, bloque Junín por MM$ 18 y un proyecto de gas Rafael Urdaneta por 12 MM$ y Japón tiene contratos por 20 MM$ en la reconversión de las refinerías El Palito, de Puerto La Cruz y otros proyectos de gas. Casos curiosos Cuba concentra una gran diversidad de materias en las contrataciones. Una de las más relevantes es la emblemática Central Azucarera Ezequiel Zamora, cuyo proyecto se inició en el 2002 y todavía se espera su inauguración para finales de este año. En presupuesto para su desarrollo Cuba ha recibido 848,6 millones de dólares. Para las misiones y módulos de Barrio Adentro, núcleos endógenos han recibido MM$ 329,11. Llama la atención que Cuba, aún no teniendo ferrocarriles en su territorio, tiene contratos para reparación y mantenimiento en esa materia, capacitación ferroviaria y obras para el Metro de Valencia. No hay confianza Comentaba un topógrafo iraní que "Venezuela es un paraíso". Dice que se alistó para venir a Venezuela para ganar más dinero. Pensaba que todo estaba por hacer y la imaginaba como un país africano, pero se sorprendió al conocer de las capacidades tecnológicas y de desarrollo. Con un sueldo de 7 mil dólares ciertamente este obrero calificado había encontrado el paraíso. Humberto Blanco, directivo del Colegio de Ingenieros considera que en el Gobierno no hay confianza en los profesionales y sectores privados venezolanos. Reconoce que ciertos convenios con otros países pueden ser muy rentables y generar intercambio de tecnologías, pero si se hacen con transparencia. Antes se hacía con licitación y en ella participaba un representante del CIV. Recuerda que estas multinacionales traen sus propios profesionales y sólo contratan en Venezuela profesional para el segundo y tercer niveles.
miércoles, 23 de septiembre de 2009
II CUMBRE ASA DE MARGARITA - Y LA 3a REUNION BILATERAL 28 DE SEPTIEMBRE DE 2009
Lula y Chávez mantendrán reunión bilateral en Isla Margarita tras cumbre ASA
Los mandatarios brasileño, Luiz Inacio Lula da Silva y el presidente Hugo Chávez, mantendrán su encuentro bilateral trimestral en Isla Margarita el domingo, cuando termine la II Cumbre América del Sur-Africa (ASA), informaron el miércoles fuentes diplomáticas. El sábado y domingo ambos mandatarios participarán del encuentro internacional que reunirá en la isla a más de 30 jefes de Estado de ambas regiones para impulsar la cooperación en ámbitos como la energía, salud y tecnología. El posterior encuentro bilateral será el tercero que los dos presidentes mantienen este año y en él revisarán acuerdos de cooperación vigentes y evaluarán nuevos proyectos. Durante el encuentro podría concretarse el acuerdo entre la estatal brasileña Petrobrás y la venezolana Petróleos de Venezuela (PDVSA) para la creación de una empresa mixta que construya y explote la refinería Abreu e Lima, en el estado brasileño de Pernambuco (noreste). Después de varios intentos, finalmente se logró un acuerdo en julio para esta iniciativa binacional. Además, en la agenda estarán la crisis política en Honduras y diversos proyectos agrícolas y tecnológicos bilaterales, según estas fuentes. Venezuela cuenta con Brasil para su plan de progresiva sustitución de importaciones de productos colombianos, país con el que Chávez congeló sus relaciones en julio, debido a un acuerdo militar entre Bogotá y Washington.
Los mandatarios brasileño, Luiz Inacio Lula da Silva y el presidente Hugo Chávez, mantendrán su encuentro bilateral trimestral en Isla Margarita el domingo, cuando termine la II Cumbre América del Sur-Africa (ASA), informaron el miércoles fuentes diplomáticas. El sábado y domingo ambos mandatarios participarán del encuentro internacional que reunirá en la isla a más de 30 jefes de Estado de ambas regiones para impulsar la cooperación en ámbitos como la energía, salud y tecnología. El posterior encuentro bilateral será el tercero que los dos presidentes mantienen este año y en él revisarán acuerdos de cooperación vigentes y evaluarán nuevos proyectos. Durante el encuentro podría concretarse el acuerdo entre la estatal brasileña Petrobrás y la venezolana Petróleos de Venezuela (PDVSA) para la creación de una empresa mixta que construya y explote la refinería Abreu e Lima, en el estado brasileño de Pernambuco (noreste). Después de varios intentos, finalmente se logró un acuerdo en julio para esta iniciativa binacional. Además, en la agenda estarán la crisis política en Honduras y diversos proyectos agrícolas y tecnológicos bilaterales, según estas fuentes. Venezuela cuenta con Brasil para su plan de progresiva sustitución de importaciones de productos colombianos, país con el que Chávez congeló sus relaciones en julio, debido a un acuerdo militar entre Bogotá y Washington.
miércoles, 24 de junio de 2009
IMPORTACOES PRODUTIVAS - RESOLUCAO 2314 - GACETA OFICIAL 31.187 DE 27 DE MAIO DE 2009
La Comisión de Administración de Divisas, CADIVI, informó que fue publicada en la Gaceta Oficial de la República Bolivariana de Venezuela Nº 39.187, de fecha 27 de mayo de 2009, la nueva Resolución Nº 2314 de esta misma fecha, dictada por el Ministerio del Poder Popular para Economía y Finanzas, la cual contiene los listados actualizados de los bienes autorizados en el marco de la modalidad de Importaciones Productivas.La Resolución Nº 2314 establece que las importaciones de bienes de capital, insumos y materias primas realizadas por las empresas que conforman los sectores productivos y transformadores del país, hasta un monto máximo de cincuenta mil dólares de los Estados Unidos de América (US $ 50.000) o su equivalente en otras divisas, gozarán de la agilización en el trámite para la obtención de la Autorización de Adquisición de Divisas (AAD) y de la Autorización de Liquidación de Divisas (ALD), previo cumplimiento de los requisitos establecidos por CADIVI.La presente Resolución está sujeta a la aplicación del Decreto Nº 6.168 de fecha 17 de junio de 2008, publicado en la Gaceta Oficial de la República Bolivariana de Venezuela Nº 38.958 del 23 de junio de 2008.Con su entrada en vigencia, se deroga la Resolución Nº 2.124, de fecha 19 de agosto de 2008, publicada en la Gaceta Oficial de la República Bolivariana de Venezuela, Nº 39.009 de fecha 4 de septiembre de 2008.
RESOLUCAO -LISTAS QUE NAO REQUEREM CERTIFICADOS DE INSUFICIENCIA DE PRODUCAO- LISTA N.1, GACETA OFICIAL N. 5921 EXTRAORDINARIA DE 14 DE MAIO DE 2009
La Comisión de Administración de Divisas, CADIVI, informó que fue publicada en la Gaceta Oficial de la República Bolivariana de Venezuela Nº 5.921 Extraordinario, de fecha 14 de mayo de 2009, la nueva Resolución Conjunta dictada por los Ministerios del Poder Popular para Economía y Finanzas; para el Comercio; para las Industrias Básicas y Minería; para la Salud y Protección Social; para la Energía y Petróleo; para la Ciencia, Tecnología e Industrias Intermedias; para las Telecomunicaciones y la Informática; para la Alimentación; y para la Agricultura y Tierras.Esta resolución contiene los listados actualizados de los bienes que no requieren Certificados de Insuficiencia o de No Producción Nacional (Lista Nº 1); y los que requieren de la presentación de este requisito (Lista Nº 2) para la Autorización de Adquisición de Divisas (AAD).
domingo, 7 de junio de 2009
ENCUENTROS PRESIDENCIALES VENEZUELA BRASIL
Visita ao Brasil do Presidente da Venezuela, Hugo Chávez - Salvador, 26 de maio de 2009
• Comunicado Conjunto
• Acuerdos Firmados
Visita do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Venezuela - Maracaibo, 16 de janeiro de 2009
• Comunicado Conjunto
• Acuerdos Firmados
Visita ao Brasil do Presidente da Venezuela, Hugo Chávez - Manaus, 30 de setembro de 2008
• Comunicado Conjunto
• Acuerdos Firmados
Visita do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Venezuela - Caracas, 27 de junho de 2008
• Comunicado Conjunto
• Acuerdos Firmados
Encontro dos Presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez Frias - Recife 26 de Março 2008
• Comunicado Conjunto
• Acuerdos Firmados
Otros encuentros:
• Atos assinados por ocasião da visita do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Venezuela 13 12 07
• Comunicado Conjunto / Aliança Estratégica Brasil-Venezuela e Declaração dos Governos do Brasil e da Venezuela / Implementação da Aliança Estratégica 13 y 14 02 05
• Encontro dos Presidentes da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da República Bolivariana da Venezuela, Hugo Rafael Chávez Frías - Comunicado Conjunto 15 09 04
• Reunião dos Presidentes da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da República Bolivariana da Venezuela, Hugo Rafael Chávez Frías 25 04 03
• Comunicado Conjunto
• Acuerdos Firmados
Visita do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Venezuela - Maracaibo, 16 de janeiro de 2009
• Comunicado Conjunto
• Acuerdos Firmados
Visita ao Brasil do Presidente da Venezuela, Hugo Chávez - Manaus, 30 de setembro de 2008
• Comunicado Conjunto
• Acuerdos Firmados
Visita do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Venezuela - Caracas, 27 de junho de 2008
• Comunicado Conjunto
• Acuerdos Firmados
Encontro dos Presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez Frias - Recife 26 de Março 2008
• Comunicado Conjunto
• Acuerdos Firmados
Otros encuentros:
• Atos assinados por ocasião da visita do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Venezuela 13 12 07
• Comunicado Conjunto / Aliança Estratégica Brasil-Venezuela e Declaração dos Governos do Brasil e da Venezuela / Implementação da Aliança Estratégica 13 y 14 02 05
• Encontro dos Presidentes da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da República Bolivariana da Venezuela, Hugo Rafael Chávez Frías - Comunicado Conjunto 15 09 04
• Reunião dos Presidentes da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da República Bolivariana da Venezuela, Hugo Rafael Chávez Frías 25 04 03
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